OVERLEAVES: MODOS ou “MODES”

Modos (“Modes”) são as as maneiras que usamos para alcançar nossos objetivos, os modos como realizamos ações que possam contribuir para esses fins. Assim como os Obstáculos de Personalidade (“Chief Features”), podemos transitar por diferentes Modos de acordo com o contexto e circunstâncias enfrentados no momento. Abaixo segue um resumo sobre os Modos que podem ser adotados por nós e suas polaridades “positiva”/”negativa” de acordo com Michael Teachings:

A. Caution (Cautela)
Com o modo de Cautela, seguimos pela vida com ponderação e sempre orientados para evitar ações que gerem consequências impactantes de maneira geral. Se por um lado este modo é propício para suportar situações intensas com maior administração de danos emocionais e para evitar maiores perigos e riscos desnecessários, por outro lado há a possibilidade de perdas de oportunidades devido ao receio excessivo que pode se manifestar na tomada de decisões e ações.

B. Reserved (Reserva)
Pessoas com o modo de Reserva mais ativo geralmente tendem a uma contenção de
expressividade e à introspecção. Atuar na vida com este modo consiste em reter um grande fluxo de sentimentos na maior parte do tempo, e há certa dificuldade em entender e processar a parte mais emocional da natureza humana. O modo de Reserva favorece a disciplina e um comportamento mais educado, contido — o que pode ser empregado positivamente para diversos fins. Entretanto, a inibição excessiva e o bloqueio experimentados neste modo são um grande desafio capaz de complicar e travar comunicações sadias e necessárias nos mais variados contextos.

C. Power (Poder)
Podemos considerá-lo um modo praticamente oposto aos dois anteriores. Fragmentos que adotam o modo de Poder tendem a se portar e a se expressar realçando seu poder pessoal e autoridade. O que está em jogo aqui é a afirmação da presença com toda a confiança em suas convicções e predisposições. Mais utilizado por papéis sólidos e conectados à realidade concreta, como Kings e Warriors, o modo de Poder é bem interessante de se ter, especialmente em situações que demandem grande senso de responsabilidade e atitudes mais assertivas e firmes. Se utilizado com desequilíbrio, pode facilmente se tornar um meio para a expressão de formas mais coercivas e opressoras de poder.

D. Passion (Paixão)
Quando falamos do modo de Paixão, na verdade estamos nos referindo mais à passionalidade e entusiasmo inerentes às intenções e aos atos do que apenas a termos amorosos. Pessoas que agem ativamente influenciadas pelo modo de Paixão buscam atividades que façam sentido e que sejam inspiradoras, se orientam primeiramente para aquilo que lhes soa mais excitante e interessante e geralmente não tendem a agir de forma ponderada e de acordo com a racionalidade em um primeiro momento. Trata-se de um modo mais enérgico e motivacional, que requer e favorece mais o envolvimento em nível emocional com o objeto de interesse. Da mesma forma, pode contribuir também para um excesso de envolvimento e investimentos em causas “perdidas” ou que não façam sentido, gerando sobrecargas emocionais e sofrimentos desnecessários.

E. Perseverance (Perseverança)
Facilmente confundido com o obstáculo da Teimosia, o modo de Perseverança é caracterizado pelo esforço contínuo em direção a determinado objetivo — mas sem o medo de mudanças como influência subjacente. Pessoas com o modo de Perseverança podem se tornar verdadeiros agentes incansáveis na busca de seus objetivos, e ele facilita a concentração ao se lidar com tarefas e atividades com muitos detalhes e que requerem paciência. O foco e a disciplina característicos deste modo são alguns dos seus aspectos mais positivos. Todavia, se em desequilíbrio, pode favorecer situações de inércia em que a recusa de outras alternativas e possibilidades retarda ou impossibilita resultados mais efetivos.

F. Agression (Agressão)
Com características similares ao modo de Poder, o modo de Agressão é uma espécie de versão exaltada — e por vezes desmedida — do poder pessoal, mesmo quando expresso de forma não intencional. Com este modo, a maior parte das interações de um determinado indivíduo se torna mais combativa e direta, resultando na afirmação de seu poder de maneira ostensiva e também intimidadora. Por um lado, certa dose de agressividade e coragem é muito bem-vinda para os desafios da vida, na execução de tarefas e no enfrentamento de situações difíceis e adversas. Por outro lado, uma pessoa com este modo não é geralmente afeita a meios de expressão mais diplomáticos, sendo mais suscetível a embates desnecessários (situações em que o “ataque é a melhor defesa”) e más interpretações por parte de outras pessoas.

G. Observation (Observação)
É um dos modos mais populares presentes no Plano Físico, sendo escolhido por cerca de 50% dos Fragmentos, que consiste, primeiramente, em estudar e observar as circunstâncias e deliberar sobre elas como forma de aprendizado ou previamente à execução das ações pretendidas. No modo de Observação, observam-se pessoas, acontecimentos vigentes e cenários a fim de se ter uma maior compreensão prévia do contexto mais amplo, de tudo que compõe a realidade na qual nos inserimos. Em polaridade positiva, favorece a aquisição de conhecimento através da observação (especialmente nos tempos atuais, com tantos cursos, vídeos, tutoriais e produções audiovisuais e digitais sobre diferentes tópicos). De modo menos positivo, com este modo há o risco de se acabar focando excessivamente a observação de tudo e de todos sem maiores finalidades, em um mero exercício de “espreita” pouco construtivo.

LIFE EXPLAINED: Canal do youtube sobre espiritualidade (inglês)

Um dos inúmeros vídeos explicativos sobre espiritualidade do canal LIFE Explained

Para quem procura por informações sobre espiritualidade de forma mais prática, em formatos de vídeos de curta duração e com ótima didática, segue o link para o canal do youtube LIFE Explained do autor Hans Wilhelm disponível em inglês: https://www.youtube.com/channel/UCIXfbprdX7gGLebgFfy5J7A

LIFE Explained – “A vida antes do nascimento”
LIFE Explained – “Como funciona o karma”
LIFE Explained – “Os 7 chakras”

OVERLEAVES: OBSTÁCULOS DE PERSONALIDADE OU “CHIEF FEATURES”

“Chief Features” ou “Obstáculos de Personalidade” são basicamente os pontos “vulneráveis” das personalidades vivenciadas, os principais obstáculos encontrados pela Essência no caminho para atingir os seus objetivos. Além de funcionarem como obstáculos (como grandes distorções da Essência agindo em polaridade negativa a princípio), são também ferramentas de extrema relevância para o nosso aprendizado — ao lidarmos com eles em nossos projetos e principalmente quando encontramos um meio de superá-los. Por isso, se esses obstáculos não existissem, não seríamos testados e desafiados para alcançar o nosso máximo potencial e crescimento, pois todos estaríamos operando como verdadeiros mestres sem maiores dificuldades e com pouco estímulo real.

Vale lembrar que os Chief Features não são imutáveis, podendo ser vivenciados com mais intensidade em determinadas épocas da vida e até mesmo “esquecidos” em outras. Também podem se alternar ao longo do tempo: a depender das circunstâncias, podemos vivenciar outros tipos de obstáculos que não sejam os principais manifestados (uma pessoa com o Chief Feature “primário” de Teimosia que em determinada época da vida passa a experienciar o obstáculo de Martírio com mais intensidade, por exemplo).

Abaixo, segue um resumo dos principais Chief Features que podemos experimentar no plano fisico segundo Michael Teachings:

A. Self-Destruction (Autodestruição)
Consiste no ato, processo ou intenção de se autodestruir (em nível consciente ou não)
emocional ou fisicamente. Geralmente encontramos este obstáculo específico em suicidas em potencial e viciados de todos os tipos: jogos de azar, drogas, esportes perigosos, adrenalina etc. Pode ser vivenciado em um processo gradual, como verdadeiros vícios que perduram por longos anos, ou em um ato único de impacto (como atentados contra a própria vida, por exemplo).

Pessoas com o obstáculo de Autodestruição tentam em vão e de maneira compulsiva controlar determinadas situações, mas acabam por repetir sucessivamente padrões destrutivos de comportamento, aumentando a probabilidade de um desfecho mais trágico. De um lado positivo, há a possibilidade de atos autodestrutivos de cunho heroico (bombeiros que salvam grupos de grandes incêndios e catástrofes tendo consciência do altíssimo risco envolvido e que acabam morrendo, por exemplo), e isso pode até mesmo servir de meio para uma grande reparação kármica entre as partes envolvidas. Por outro lado, em uma polaridade negativa, trata-se de representações puras de autossabotagem e sadismo que obviamente existem para o próprio crescimento da Essência, para que tais impulsos sejam por fim superados.

B. Greed (Ganância)
O obstáculo de Ganância é relativamente recorrente na humanidade, e através dele o Fragmento se comporta como alguém realmente insaciável. Neste caso, nada do que se conquista em uma vida (em todas as dimensões) parece ser o bastante: o Fragmento atuando com Ganância está sempre à procura do próximo elemento de conquista, e não obtém satisfação a longo prazo com aquilo que possui no momento presente. De certa forma, é também um obstáculo que envolve compulsividade, pois podemos desenvolver uma atitude de desejo compulsivo e permanente de drogas, sexo, riqueza etc. Pelo lado negativo, pessoas com Ganância buscam saciar os seus desejos de qualquer maneira, desconsiderando totalmente os aspectos moral, ético e/ou as necessidades de outras partes envolvidas no processo — o que importa aqui é a busca pela satisfação pessoal de qualquer forma, em um loop eterno de insatisfação (motivada, na verdade, pelo medo implícito de escassez). Pelo lado positivo, é um obstáculo que nos impulsiona a alcançar tudo de melhor e mais abundante que a vida tem a oferecer, a viver a vida em seu máximo potencial.

C. Arrogance (Arrogância)
O Chief Feature de Arrogância é um modo utilizado pela Essência para encobrir suas fraquezas e baixa autoestima. Com este obstáculo, uma pessoa na verdade busca se sentir melhor ao expressar sua “superioridade” diante das demais, já que não tem plena convicção de seu próprio valor. Por isso, geralmente quem possui este obstáculo é demasiado autocentrado, e o melhor meio de se lidar com isso é reconhecer a própria importância e autoestima internamente e por si só. O obstáculo da Arrogância é vivenciado de forma positiva por alguém quando essa pessoa se regozija com suas conquistas, celebrando o esforço e trabalho feito, reconhecendo e “aplaudindo” internamente os próprios méritos. Por outro lado, experimentar este obstáculo de forma negativa obviamente resulta na atitude de se sentir muito importante ou superior aos demais, elevando o seu senso de relevância a um nível que geralmente não condiz com a realidade.

D. Self-Deprecation (Autodepreciação)
Da mesma forma que a Arrogância, o obstáculo da Autodepreciação tem origem na baixa autoestima que a pessoa experimenta em vida e equivale àquilo que comumente chamamos de “complexo de inferioridade”. Com este obstáculo, o Fragmento parece não conseguir reconhecer o seu próprio valor, expressando toda essa insegurança verbal e mentalmente ao invés de se manifestar de forma oposta com Arrogância para encobri-la. Por um lado, isso pode ser positivo, visto que preserva um estado de humildade mesmo quando há a conquista de grandes feitos. Por outro lado, uma pessoa que constantemente se desvaloriza e denigre suas qualidades tende a desistir de si ao longo do processo, não se importando mais com aspectos de autocuidado e autoaceitação na construção de uma confiança e uma autoestima que sejam reais e consistentes.

E. Impatience (Impaciência)
Com o Chief Feature de Impaciência, um Fragmento geralmente se encontra ocupado ou sempre em busca da próxima experiência ou oportunidade de forma quase mecânica, sem prestar atenção ao momento presente e “parar” para viver a vida de forma mais fluida. A Impaciência geralmente cria situações e desfechos prematuros e indesejáveis, já que toda a concentração está mais aplicada na velocidade, movimento e progresso do percurso do que nos atos que resultam na qualidade dele. Por isso, não raro, o obstáculo de Impaciência dá origem a situações em que o retrabalho é necessário ou os objetivos não são atingidos com a rapidez desejada — afinal de contas, existe um tempo de maturação para que se alcancem melhores resultados, e a rapidez aplicada no processo nem sempre é suficiente e/ou o método mais inteligente para atingi-los. No polo negativo de sua expressão, há uma constante preocupação com a próxima meta a ser atingida, uma eterna antecipação do futuro em detrimento da fruição do presente. No outro polo, serve de magnífico impulso para a ação e promove uma dose saudável de audácia para que se busque aquilo que se deseja.

F. Martyrdom (Martírio)
Trata-se do obstáculo mais conectado ao sofrimento, criando propensão a estágios de
vitimização. Uma pessoa acometida pelo obstáculo de Martírio pode se sentir frequentemente vítima das circunstâncias, reduzindo-se com isso drasticamente a sua capacidade de ação e sua parcela de responsabilidade sobre a realidade criada. Sentimentos de impotência e desesperança estão comumente associados a este obstáculo, havendo até mesmo uma baixa tolerância a alegria e diversão devido ao ciclo de sofrimento e negatividade experimentado.

Curiosamente, trata-se de um elemento familiar em nossa vida no Plano Físico, já que parte considerável da humanidade transita por este obstáculo de tempos em tempos. Na polaridade positiva, neste caso há uma inclinação a pensar de maneira menos egoísta, levando em conta sempre as outras pessoas. Na polaridade negativa, neste obstáculo há um estágio de impotência que destrói a confiança daquele que o detém e assim torna mais difícil o entendimento de que nós somos os criadores de nossa própria realidade e podemos realizar as mudanças e ajustes que sejam — a despeito de quão injusto seja o contexto.

G. Stubbornness (Teimosia)
Pessoas com o obstáculo primário da Teimosia basicamente experimentam o medo ou
resistência às mudanças. Nesse cenário, torna-se muito difícil “mudar de rumo”, se desapegar ou simplesmente deixar que algo se acabe — relacionamentos, carreiras, situações etc. Há um medo que envolve o novo e o desconhecido, que resulta na conservação de coisas, atitudes e circunstâncias desfavoráveis simplesmente porque são familiares. O melhor meio para se lidar com este obstáculo é praticar o desapego e ser mais receptivo às mudanças que ocorrem — as únicas constantes da vida.

Curiosamente, trata-se de um obstáculo recorrente na humanidade, especialmente em Old Souls. Por um lado mais benéfico, esse fator possibilita o fortalecimento da força de vontade, determinação e persistência, considerando-se que é preciso ter muita determinação e uma dose de teimosia saudável para persistir nos objetivos e não sucumbir a cada desafio. Por outro lado, a Teimosia leva os seus adeptos mais ferrenhos a caminhos improdutivos e inférteis que só alimentam ainda mais a inflexibilidade de suas personalidades — alcançando-se poucos resultados desejáveis no final das contas.

“IDADES” e “ESTÁGIOS”

Até o presente momento, vimos o funcionamento da dinâmica de nosso aprendizado e evolução no Plano Físico e os aspectos e condições envolvidos nesse processo. Entretanto, como se trata de um processo gradativo, não podemos considerar nossos papéis e demais características (e inúmeras outras variáveis que não abordaremos aqui por se tratar de uma obra introdutória) como elementos isolados e encerrados em si mesmos que contam com um único tipo de funcionamento imutável. A realidade é muito mais complexa.

Todos os processos pelos quais passamos na escola da vida respeitam uma ordem sequencial e gradativa de desenvolvimento, e isso influencia consideravelmente nossos condicionamentos. Fato é que, segundo os Michael Teachings, devemos necessariamente considerar também o “estágio” e a “idade” de vida de determinado Fragmento para entender melhor os seus papéis, sentimentos, reações, perspectivas e ações. O que vimos até aqui nos fornece um grande insight sobre o funcionamento de nossa realidade e aspectos subjetivos, mas pouco adianta entender todo esse conteúdo sem esclarecer que também o nosso nível e experiência enquanto Essência impactam diretamente essa mesma realidade.

Como veremos a partir de agora, existe todo um processo para o nosso crescimento: nele iniciamos a nossa caminhada como espíritos mais novos e vamos nos tornando mais experientes, acumulando bagagem e sabedoria ao longo de sucessivas vidas até atingirmos a idade adulta no Plano Físico e chegarmos ao fim de nossos respectivos ciclos.

Segundo os Michael Teachings, cada um de nós passa por 35 estágios no processo de evolução enquanto Essência que desempenha um determinado papel momentaneamente, e cada uma das etapas desse amadurecimento é concluída após inúmeras passagens pelo Plano Físico. Em todo esse processo passamos por 5 tipos de idades diferentes, e em cada um deles atravessamos 7 estágios evolutivos (7×5=35). Logo, necessariamente só podemos avançar e atingir uma próxima idade do percurso após passar por esses 7 estágios, e, devido a toda a amplitude do processo, geralmente levamos mais de uma vida para concluir cada um deles (na verdade, considerando todos os desafios, lições e circunstâncias do Plano Físico, “gastamos” mais de uma centena de vidas terrenas para conseguir completar esses 35 passos).

Assim, as Essências presentes no Plano Físico podem ser classificadas de acordo com os papéis, níveis de experiência, consciência, autoconhecimento que possuem e com o estágio na qual estão inseridas no momento. Os 5 tipos de “idades” que abrangem todos os que aqui estão são: “Infant” (“Recém-nascido”), “Baby” (“Bebê”), “Young” (“Criança”), “Mature” (“Adolescente”) e “Old” (“Adulto”)[1].

.Infant – “Nós e Eles”: Consiste na primeira etapa de desenvolvimento de um Fragmento. Um espírito Infant equivale ao “recém-nascido” em nossa ordem cronológica humana, e nesta fase de sua existência no Plano Físico encontra-se em um processo inicial civilizatório, transitando entre modos de apreensão, percepção e expressões culturais mais “primitivos” e gradativamente se deslocando em direção a padrões culturais das sociedades mais modernas e industrializadas.

.Baby – “Nós e Outros que pensam como Nós”: A idade pela qual passamos a seguir é conhecida como Baby, e analogamente corresponde à idade de um bebê na ordem cronológica humana. Nesta etapa de desenvolvimento, os valores que norteiam a sociedade são encarados e interpretados de forma mais rígida.

.Young – “Eu e Eles”: Geralmente, a idade Young (sobretudo nos primeiros estágios) se manifesta através de sua ambição, senso de liberdade individual, ímpeto e coerção. O que se busca aqui é atingir o máximo de seu potencial em termos individuais, expressar-se e consolidar-se como indivíduo no mundo.

.Mature – “Nós”: A idade Mature consiste em uma amplitude de experiências de vida envolvendo outrem, com mais reflexão envolvida no percurso. Após afirmarmos toda a nossa potencialidade e individualismo na idade Young, começaremos agora, enquanto “adolescentes”, a descobrir a alteridade e sutilezas no Plano Físico de forma mais ampla. Nesse sentido, estamos agora nos orientando para a busca por interação e todos os seus prazeres e desafios, a compreensão da sociedade enquanto coletividade, a inserção de outrem e relações interpessoais, e o autoconhecimento ao invés da priorização de agendas e concepções individualistas unicamente.

.Old – “Nós e o Contexto”: Após todo o processo de sobrevivência (Infant), identificação (Baby), afirmação (Young) e abertura (Mature), os Olds estão aprendendo a compreender o mundo em um nivel mais “extrafísico”, a aceitar as suas imperfeições e benesses com naturalidade buscando entender que tudo faz parte de um contexto mais amplo (“bigger picture”), a atuar em um planeta com visões muito diferentes das suas e a se desapegar dele — uma vez que está se preparando para finalizar o ciclo no Plano Físico e partir para outras aventuras. Esses são os maiores e mais frequentes desafios das almas adultas.


[1] Fora dos planos físicos ainda constam as “idades” “Transcendental” e “Infinita”, atingidas após a finalização do ciclo físico.

ENTREVISTA COM SHEPHERD HOODWIN

Entrevista realizada com Shepherd Hoodwin, um dos autores e canalizadores de Michael Teachings. Para mais informações sobre o autor e seu trabalho: https://shepherdhoodwin.com/

1) Olá, Shepherd, obrigado por participar desta entrevista. Você é um dos autores e canalizadores mais conhecidos de Michael Teachings. Você poderia nos contar como e quando conheceu estes ensinamentos?

S.H: Uma amiga próxima e companheira de viagem espiritual encontrou o primeiro livro de Michael, “Mensagens de Michael”, e mal podia esperar para compartilhar as informações dele comigo. Em um período de seis semanas, duas outras pessoas me indicaram Michael. Decidi que pegaria uma cópia do livro e encontraria um canal Michael para fazer perguntas. Comecei a escrever minhas perguntas um dia no trabalho. Meu lápis continuou se movendo e eu obtive respostas (uma para a minha amiga!). Eu as coloquei para ela e ela disse: “Ótimo! Pergunte a eles também: … ”. Foi assim que comecei a canalizar Michael.

A história toda está aqui:

2) Quando lemos diferentes histórias de diferentes fontes sobre Michael Teachings, temos a impressão de que a maioria dos estudantes e interessados sobre o assunto são Old Souls ou Matures mais velhos. Considerando sua experiência neste campo, você acha que isso ainda é verdade? Nos últimos anos, você acha que mais pessoas de idades “mais jovens” têm procurado saber mais sobre Michael?

S.H: Eu sempre tive um bom número de clientes que estão na idade madura da alma e vários que são jovens, especialmente Youngs mais velhos e especialmente Servers e Priests. Os últimos se referem a dois dos sete tipos de alma, ou papéis. Eles estão no que chamamos de “eixo de inspiração” e tendem a se interessar pelas coisas espirituais desde o início. Michael se refere às almas que são maduras de terceiro nível ou posteriores como “almas mais velhas”, o que significa que, a partir de então, é mais comum que elas busquem isto porque já lidaram muito bem com as lições do mundo exterior. Não há nenhuma limitação sobre quem pode atingir conscientemente o avanço espiritual, em termos de idade da alma ou qualquer outra métrica – é apenas que nos ciclos mais jovens, as pessoas estão mais propensas a estar ocupadas com assuntos mais urgentes.

3) Bem, sabemos que os últimos dois anos foram desafiadores em termos de energia por causa da pandemia. Além dessa situação, países como Estados Unidos e Brasil vêm passando por momentos turbulentos em termos de política e valores como sociedades. Como Michael avalia esse momento dessas e de outras nações dos continentes americanos? Quais são as principais lições que estamos aprendendo com toda essa situação?

S.H: Essas são “dores de crescimento”. A sociedade como um todo está mudando em um ritmo sem precedentes. Pessoas que têm medo da mudança, que estão presas a velhos paradigmas estão reagindo de maneira violenta – elas estão resistindo à mudança. Mas, eventualmente, mais aceitação virá.

A lição para aqueles que desejam ser trabalhadores da luz é ter paciência e continuar brilhando nossa luz: continue fazendo as coisas certas e confie que no final haverá resultados positivos. Não desanime com as manchetes das notícias atuais. Tenha uma visão de longo prazo.

4) Quando lemos suas publicações e textos, podemos ver que você se apresenta como um Old Sage. Na sua opinião pessoal, quais são as maiores “vantagens” e “desvantagens” de ser uma Old Soul em um mundo ainda predominantemente jovem? Pessoalmente, quão difícil é para você “Viver e deixar viver” sabiamente como uma alma velha?

S.H: Quando eu era jovem, eu achava difícil porque achava que não me encaixava. Como um adulto mais velho, fui capaz de encontrar minha própria “tribo” e estou mais confortável. Os ensinamentos de Michael me ajudaram a entender as razões das diferenças entre as pessoas; eles ajudam a encontrar o amor incondicional porque iluminam o caminho específico em que cada pessoa está. Não devemos ser todos iguais, cada um de nós tem suas próprias lições.

Embora cada pessoa tenha algo de valor para ensinar aos outros, as almas mais velhas tiveram mais experiência e geralmente sustentam uma visão mais ampla e filosófica da vida. Eles podem ajudar os mais jovens que estão abertos a superar as mudanças que estão ocorrendo.

5) Em geral, quais são as perguntas mais recorrentes que as pessoas fazem quando procuram você para saber mais sobre Michael ou suas próprias vidas?

S.H: Eu canalizo o que chamo de gráficos de Michael Reading. Aqui está um exemplo:

Eu fiz mais de 12.000 desses ao longo de trinta e cinco anos. Essas informações, que traçam o perfil de como nós, como almas, configuramos nossas vidas, é fundamental para todo o meu trabalho com os clientes. Eu também ensino workshops sobre este material.

As perguntas que as pessoas fazem em minhas leituras intuitivas, que são guiadas por Michael e outros guias, variam. Aqueles que são almas Priests quase invariavelmente perguntam primeiro sobre sua “missão” ou propósito na vida. Scholars como você têm curiosidade sobre tudo e qualquer coisa. Eles tendem a fazer perguntas interessantes sobre o cosmos e outros tópicos não pessoais. Mas todos têm questões pessoais urgentes sobre as quais perguntam, como relacionamentos, saúde e crescimento pessoal.

6) Algumas mensagens recentes de Michael sugerem que já estamos lentamente iniciando um novo paradigma maduro no planeta agora. Como você avalia essa transição? Em quanto tempo você acha que seremos capazes de sentir essas mudanças de uma forma mais forte e coletiva?

S.H: Nós já estamos. Um bom exemplo é o movimento Me Too. Maus comportamentos que costumavam ser ocultados ou considerados por muitos como aceitáveis ​​não são mais. Outro exemplo é o aumento sem precedentes dos direitos civis para pessoas LGBTQ +. Mas acho que vão se passar muitas décadas antes que vejamos essas mudanças se infiltrando nos níveis mais profundos de como governos e sociedades operam. A mudança no plano físico geralmente leva mais tempo do que gostaríamos, porque existem tantos elementos fundamentais que cada um deve evoluir.

7) Por fim, gostaria de compartilhar alguma mensagem deixada por Michael que seria especialmente relevante para os leitores brasileiros?

S.H: Eu moro no sul da Califórnia, mas o Brasil tem estado muito na minha consciência durante os últimos dois anos, embora eu não tenha estado lá ainda. Tenho conhecido muitos brasileiros online, por exemplo. Parece um lindo país.

Quando eu sintonizo agora e peço uma mensagem de Michael e meus guias, eu primeiro vejo uma visão de um céu azul nublado brilhante com luz aparecendo. Sinto que vocês têm uma grande oportunidade neste momento de criar uma sociedade mais justa e equitativa e mais rapidamente do que podemos aqui nos EUA, porque há menos resistência. Vocês só precisam de mais pessoas de visão e amor incondicional para falar mais livremente sobre o que é certo e bom e para fazer o trabalho interno de elevar sua vibração.

8) Muito obrigado novamente por sua atenção e por nos dar esta entrevista, Shepherd. Esperamos que isso contribua de alguma forma para que mais leitores brasileiros possam conhecer mais sobre o assunto.

Nos vemos no próximo seminário na “CASA MICHAEL PARA ALMAS MUITO ANTIGAS” (risos).

S.H: Obrigado!

A CASA MICHAEL PARA ALMAS MUITO ANTIGAS

Texto de humor escrito sobre Michael Teachings por Shepherd Hoodwin.

“VOCÊ ÀS VEZES SE ESQUECE EM QUE PLANO ESTÁ?

OU MESMO QUE PLANETA É ESTE?

TALVEZ ESTEJA NA HORA DE SE JUNTAR AOS FELIZES DA “CASA MICHAEL PARA ALMAS MUITO ANTIGAS”!

Sim, você pode se aposentar com o conforto e a paz que você merece! Depois de seis milhões de anos no plano físico, viva seus anos dourados livres daquelas almas mais jovens e irritantes que ainda acreditam que o tempo e o espaço são reais!!! (Deus os ame.)

Na “Casa Michael Para Almas Muito Antigas“, você viverá entre flores e árvores, pássaros e abelhas, em uma pobreza requintada, tendo todas as suas necessidades atendidas por nossa equipe altamente treinada. Você se deliciará com refeições suntuosas de salada, hambúrguer de soja, suco de grama de trigo, batata frita e Coca-Cola. Depois de um dia duro de leitura, assistindo a vídeos, fazendo caminhadas e tomando banho de banheira, você estará livre para passar suas noites relaxando com amigos que pensam como você, discutindo o significado da vida e o sexo pervertido de outras pessoas. Uma vez por semana (ou sempre que o fizerem), outras velhas almas ainda mais empobrecidas do que você limparão seu quarto e lavarão suas roupas, libertando-o do trabalho penoso da existência no plano físico, liberando-o para avançar espiritualmente por meio da meditação, cantando e lavando pratos (não pratos sujos, é claro).

Sim, a senilidade de uma alma muito velha pode realmente ser divertida, e não apenas para velhos reis como o Velho King Cole. Você também pode ser alegre, mesmo se for um Old Scholar ou Priest com Overleaves como cínico, aceitação e autodefinição pesada deslizando para a arrogância exaltada! Para saber mais, ligue para 1-800-OLD-SOUL agora !! para obter o seu folheto fotocopiado totalmente em preto e branco gratuito. (Pergunte também sobre nossas fabulosas excursões extracorpóreas!)

Versão original em inglês: https://shepherdhoodwin.com/michael-teaching/michael-teachings-humor/the-michael-home-for-very-old-souls/

OVERLEAVES: PAPÉIS ou “ROLES”

Segundo Michael Teachings, existem sete tipos de papéis (“Roles”) principais que podemos exercer ao longo de sucessivas vidas em nossos ciclos de aprendizado e todos eles “pertencem” a eixos e vibrações específicas. Os sete tipos de papéis desempenhados no Plano Físico são: Scholar (“Intelectual”), Warrior (“Guerreiro”), Priest (“Sacerdote”), Sage (“Sábio”), Server (“Servo”), King (“Rei”) e Artisan (“Artista”). Apesar de podermos ter a influência de mais de um papel de maneira secundária, escolhemos um papel principal para desempenharmos em vida e em cada um deles podemos manifestar polaridades mais positivas ou negativas (maior ou menor nível de consciência) de nossas personalidades . Neste post, iremos traçar abaixo resumidamente algumas características básicas de cada um deles:

Os Scholars são considerados os papéis mais “intelectualizados” e analíticos, cujas características principais estão relacionadas à busca e à retenção de informação, e correspondem a aproximadamente 14% de todos os presentes no Plano Físico. Ávidos e naturalmente curiosos por conhecimento, possuem inclinação natural a diferentes tipos de aprendizado, uma propensão a pesquisas mais aprofundadas sobre tópicos que lhes são de interesse.

O Warrior, como o próprio nome sugere, é um papel de tipo mais enérgico e voltado para a prática, para a ação. Costuma atingir os seus objetivos buscando sempre fazer convergir o que foi aprendido e ensinado para a práxis através de sua objetividade, determinação, predisposição, vigor, direção e força. Juntamente com a figura do King, o Warrior é especialista em concluir o que foi proposto no Plano Físico, sendo provido de uma aura mais objetiva e até mesmo “masculina”.

Os Priests são papéis do tipo Exalted e compõem cerca de 8% da população mundial atual. Como um dos tipos mais fervorosos e também comprometidos com o conhecimento espiritual (religioso ou não), são geralmente ligados à fé, às suas convicções e anseiam por avanços e melhorias do ponto de vista coletivo. São considerados também um dos papéis mais benévolos, mas, quando cegos e envoltos em qualquer tipo de fanatismo e doutrina, podem atuar em um lado negativo da falsa personalidade (como todos os outros, diga-se de passagem), insistindo em uma obstinação sem acurácia, respaldo e credibilidade de informações e fatos reais.

Segundo os Michael Teachings, os Servers são considerados papéis mais altruístas do que todos os demais, devido a sua aptidão natural para o serviço e para ajudar o próximo de maneira, digamos, mais desinteressada. De aspecto confiável e modesto, os Servers (junto com os Warriors) são práticos, produtivos, atenciosos, detalhistas e orientados à execução de ações, sem contudo aspirar a fama, reconhecimento ostensivo e aplausos por seus esforços. Apesar de parecer um papel menos “glamouroso” (sobretudo no mundo atual, em que se valorizam juventude e individualismo), os Servers são peças imprescindíveis à engrenagem do Plano Físico e sabem o valor dos papéis que desempenham — conseguem entender que o serviço, no fim das contas, is the real deal.

Os Sages são considerados o mais expressivo dos papéis e respondem por cerca de 10% da população mundial atual. Naturalmente desenvoltos, são caracterizados por um amplo alcance em termos de comunicação, sendo articulados e por vezes dotados de excepcional senso de humor. Extremamente criativos como os Artisans, os Sages se apresentam como o mais divertido de todos os papéis.

Kings são papéis que pertencem à energia Exalted e se orientam para a ação. São muito impactantes, os verdadeiros CEOs dos Michael Teachings, e respondem por aproximadamente 4% das Essências presentes no Plano Físico atualmente. O King é O líder nato, e está sempre visualizando o cenário macro com o intuito de direcionar a ação de todas as partes para a construção de uma realidade melhor e a conquista de objetivos que sirvam ao bem comum (além de sua completude e satisfação pessoal como líder). Da mesma forma que os Priests, Kings têm uma inclinação natural para lidar com massas e grupos de pessoas, identificando talentos e utilidades individuais e delegando funções correspondentes para obter um bom resultado final.

Artisans são os verdadeiros artistas dos Michael Teachings, correspondendo a 22% da população atual. O Artisan se alimenta de sua vontade de criar novas coisas, ideias, visões, realidades etc. Onde houver algum espaço para a adição de um novo aspecto em meio ao comum e rotineiro, o Artisan irá atuar.

OVERLEAVES ou “TRAÇOS DE PERSONALIDADES”

Conforme vimos brevemente no texto sobre Essências (incluído na categoria “Essências” no menu) , como Fragmentos que somos, podemos desempenhar tipos de papeis mais alinhados conosco do ponto de vista vibracional e adequados para viver as experiências, lições, objetivos, acordos e resgates kármicos na vida presente.

Para que possamos vivenciar todos esses aspectos, contamos com uma estrutura que chamamos de Overleaves (“Traços de Personalidade”): é como se a Essência pudesse escolher todos os detalhes para melhor viabilizar a sua experiência na Terra. Nessa estrutura, o Papel (Role) de uma Essência é a única “ferramenta” que permanece constante através das vidas passadas, a única que levamos conosco até concluirmos todo o ciclo de aprendizado.

Sem toda essa estrutura de personalidade, não poderíamos vivenciar as experiências de intensidade desejadas pela Essência para o processo de desenvolvimento. Dito de outro modo, os Overleaves seriam uma espécie de distorção da verdadeira Essência, e a personalidade é a expressão máxima dessa distorção. Todos eles pertencem aos tipos de energia Ordinal, Neutral ou Exalted com os quais mais se harmonizam.

O restante dos Overleaves pode ser alterado, e é escolhido pela Essência em cada nova vida. Os Overleaves estão divididos em: “Papéis” (Roles, já explicados), “Objetivos” (Goals), “Modos” (Modes), “Atitudes” (Attitudes), “Obstáculos de Personalidade” (Chief Features), “Centros” (Centers) e “Tipos Físicos” (Body Types).

ESSÊNCIAS

Resumidamente, para tentarmos entender todo o processo de nosso desenvolvimento enquanto almas e como funciona a nossa trajetória enquanto essências em Michael Teachings devemos retomar brevemente aqui o conceito de que somos parte de uma Inteligência Maior, uma centelha divina com ilusões de separação.

O TAO (ou Deus), sendo “Tudo que Há”, congrega partes de si mesmo que acabam se esquecendo de sua verdadeira origem (ilusão de separação) e que assim, no decorrer da vida, têm a oportunidade de superar essa ilusão. Dito de um outro modo, essa pretensa separação entre nós é necessária para o desenvolvimento de cada um e o desenrolar da existência enquanto ser humano.

Segundo Michael Teachings, existem sete planos ou estágios criados pelo TAO para todo esse processo de rememoração e autodescobrimento: o estágio Budaico, o Messiânico, o Mental, o Akáshico, o Causal, o Astral e o Plano Físico, no qual estamos inseridos, sendo também o mais “distante” e isolado dos demais. O TAO cria partes de si mesmo e essas Entidades (grupos, “famílias espirituais”[1]) se dividem em Essências individuais (também conhecidas como Fragmentos) para tornar o “teatro” da vida possível com toda a sua gama de possibilidades e experiências. Nesse caso, o teatro da vida se desenrola no Plano Físico.

Em cada encarnação, um Fragmento ou Essência escolhe um papel temporário e traços de personalidade para vivenciar suas experiências no Plano Físico. Essa personalidade com a qual nos identificamos boa parte da vida deixa de existir com a morte do corpo físico em cada encarnação, mas a Essência assimila e leva consigo as lições e experiências vividas no período. Ademais, essa personalidade pode ser vivenciada como “verdadeira” ou como “falsa personalidade”, se assim vivenciada de forma mais negativa (excessiva identificação com o ego, baixo nível de consciência, ampla ilusão de separação etc.).


[1] Cada entidade tem aproximadamente 1000 almas, e 7 entidades juntas formam uma “Cadre” (Grupo, Estrutura).

O QUE É (OU QUEM SÃO) MICHAEL TEACHINGS

Michael é o nome que foi dado a uma entidade composta de 1050 fragmentos que já completaram o ciclo de desenvolvimento reencarnatório no Plano Físico[1]. Esses espíritos estão divididos entre “Kings” e “Warriors”[2], e o nome Michael foi escolhido após o último desses Fragmentos (que se chamava Michael em sua última experiência neste plano) completar a sua trajetória na Terra.

The Michael Teachings (“Os Ensinamentos de Michael”) é o nome dado ao conjunto de ensinamentos sobre a trajetória humana e espiritual comunicado por esta entidade — Michael — e canalizado por autores específicos desde 1973. O primeiro livro sobre Michael Teachings foi Messages from Michael (fontes e referências bibliográficas constam na seção de Referências), escrito por Chelsea Quinn Yarbro em 1979.

Esta nova maneira de compreensão das coisas, personalidades e circunstâncias em que nos encontramos deve ser interpretada como mais um meio de entendimento da vida e de seus desdobramentos, e não como uma sequência lógica, uma ideologia ou filosofia pronta, imutável e inquestionável.

Lembramos que neste site (e também no livro sobre Michael Teachings em português) publicaremos a princípio conceitos e conteúdos de caráter mais introdutórios, haja vista o nosso próprio grau de entendimento como estudantes de MT, a complexidade dos assuntos abordados e a vastidão de elementos pertencentes a eles.

“The Michael Teachings não é uma verdade absoluta com V maiúsculo. É um modelo para observar a vida e ganhar insights. A verdade está presente dentro de você, na realidade do seu Ser autêntico. Na medida em que você se torna consciente de quem é, pode começar a validar os seus conhecimentos”.[3]

[1] Ver “Michael Speaks: the legacy of Sarah Chambers”, volume I, p. 45.

Para melhor entender o significado destas nomenclaturas, ver o artigo “Overleaves: Papéis” da categoria “Traços de Personalidade” exibida no menu do site: https://michaelteachingsbrasil.com/2021/10/17/overleaves-ou-tracos-de-personalidade/

[3] “Journey of Your Soul”, 1583 (e-book).